Olha, precisei esperar até hoje para tecer um comentário sobre o erro do árbitro Carlos Eugênio Simon no jogo entre Fluminense e Palmeiras no último domingo.
Eu acompanhei as declarações do gerente de futebol do Palmeiras ao vivo pela TV BAND e gostei bastante das colocações do dirigente.
"Quando os jogadores erram, eles têm de vir dar explicações ao término das partidas. Quando os treinadores erram, acontece o mesmo. Quando o dirigente contrata errado, monta mal uma equipe, cái para a 2a. divisão. E os árbitros?"
Acho que é bem por aí mesmo.
Errar é humano, é sim!
Mas admitir é nobre!
O árbitro gaúcho, que agora se prepara para ir para sua 3a. Copa do Mundo, sabe muito bem que errou.
Todos viram. Todos sabem que ele falhou, e feio!
Então, por que não vir a público, através da imprensa esportiva, e dizer:
- Olha, queiram desculpar-me, mas errei sim no lance.
Ele poderia dizer que no momento da jogada achou ter visto o Obina puxando o seu marcador e que, após ver o lance na TV ele percebeu que isso não aconteceu.
Ele tem apenas dois olhos e uma fração de segundo para decidir se apita ou não a falta, se valida ou não o gol.
Infelizmente, neste lance ele equivocou-se.
Mas é preciso admitir.
É preciso ser punido.
Geladeira, suspensão.
Como disse o gerente de futebol do Palmeiras, jogador é punido, treinador e dirigente também.
E os árbitros?
Vai ficar por isso mesmo?
Em 2005 o Internacional perdeu um título Brasileiro por uma falha tão grave quanto esta do Sr. Simon. A consequencia?
A aposentadoria do árbitro.
O Simon, e esta é uma opinião unânime entre os Palmeirenses, deveria pensar bem e aposentar logo o apito.
Coisa medonha!
Terça-feira, Novembro 10, 2009
Simon?
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Mais um
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Quinta-feira, Novembro 05, 2009
Reação infeliz
A Câmara Municipal de São José aprovou esta semana uma alteração em seu Regimento Interno, passando de 13 para 15 o número de dias em que o Prefeito Municipal pode se afastar da cidade, inclusive viajando para o exterior, sem ter que, necessariamente, transmitir o cargo ao seu vice-prefeito.
Este ato foi tomado diretamente pelos senhores vereadores, buscando adequar o Regimento Interno da Câmara à Constituição Federal e à Lei Orgânica do Município.
Eis que o vice-prefeito de São José, Telmo Vieira, enviou nota através de sua assessoria para diversos órgãos de imprensa afirmando que esta era uma manobra do Prefeito Djalma Berger, isso e aquilo outro.
Os jornais diários - leia-se Diário Catarinense, Notícias do Dia e São José em Foco -, publicaram, através de seus colunistas políticos, a informação passada pelo vice-prefeito Telmo.
Até onde sei, o jornalismo exige a checagem das fontes e o confrontamento de informações. Ou seja, se temos duas partes envolvidas em um caso, deve-se ouvir as duas versões para, assim, tentar chegar a uma conclusão, ou, ao menos, transmitir as duas versões aos leitores, ouvintes, telespectadores, etc.
A intenção foi criar polêmica onde não existe polêmica alguma.
O Prefeito Djalma Berger não teve e não tem nada que a ver com esta alteração do Regimento Interno da Câmara.
A "denúncia" criada pelo vice-prefeito Telmo estaria baseada no fato de, coincidentemente, esta alteração ter sido feita pelos vereadores as vésperas de uma viagem internacional que será realizada pelo chefe do executivo josefense e comitiva, formada inclusive por vereadores.
Acontece que, mesmo se os nobres edis josefenses não realizassem tal alteração, o Prefeito poderia perfeitamente se afastar do cargo por até 15 dias sem transmitir o cargo, haja vista que esta é uma prerrogativa prevista na Lei Orgânica do Município, bem como na Constituição Federal.
Logo, o que se viu neste episódio foi uma lamentável infelicidade do vice-prefeito Telmo Vieira e, principalmente, daqueles que quiseram polemizar em cima de um assunto nada polêmico.
É aquela coisa...
O siri dentro de uma lata só tem uma alternativa: "se debater-se todinho!".
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Bruno César
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Questão de foco
Problema x Solução
Um paciente vai a um consultório psicológico e diz pro Dr.:
- Toda vez que estou na cama, acho que tem alguém embaixo. Aí eu vou embaixo da cama e acho que tem alguém em cima. Pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima. Estou ficando maluco!
- Deixe-me tratar de você durante dois anos. - diz o psicólogo.
- Venha três vezes por semana e eu curo este problema.
- E quanto o senhor cobra? - pergunta o paciente.
- R$ 120,00 por sessão - responde o psicólogo.
- Bem, eu vou pensar - conclui o sujeito.
Passados seis meses, eles se encontram na rua.
- Por que você não me procurou mais? - pergunta o psicólogo.
- A 120 paus a consulta, três vezes por semana, dois anos, ia ficar caro demais, ai um sujeito num bar me curou por 10 reais.
- Ah é? Como? - pergunta o psicólogo.
O sujeito responde:
- Por R$ 10,00 ele cortou os pés da cama...
Muitas vezes o problema é sério, mas a solução pode ser muito simples!
HÁ GRANDE DIFERENÇA ENTRE FOCO NO PROBLEMA E FOCO NA SOLUÇÃO!!!
Quer obter sucesso?
Foque uma solução ao invez de ficar pensando no problema!!
Juro que pensei que o cara do bar iria recomendar tomar umas 10 ou 12 antes de dormir, mas, gostei bastante do desenlace final.
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Bruno César
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Refletindo...
Já diria Jorge Cardoso, popular Dr. Foca:
- Quando a sorte não penetra, pau no c* e etecétera!
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Bruno César
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Terça-feira, Novembro 03, 2009
Finados!
Eita que o feriadão "dos mortos" não poderia ter sido melhor para os vivos!
Após a festa em homenagem ao Dia do Servidor Público, realizada no CATI da Beira-mar de São José na última sexta-feira, toquei direto pra minha casa de praia, na Pinheira.
Tirando o nordestão, o restante tava simplesmente divino!
Além do sol, do mar e da praia, as grandes companhias que tive ao meu lado fizeram deste um dos melhores finais de semana da minha vida.
Baterias recarregadas para encarar o final de ano... É... final de ano.
Já estamos em Novembro!
É mole?
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Bruno César
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Quarta-feira, Outubro 28, 2009
A Zona
As discussões em São José agora se concentram no "polêmico" projeto dos estacionamentos rotativos, conhecidos na região como Zona Azul.
Ontem a noite foi realizada uma audiência pública para apresentar o projeto à comunidade e também discutir o mesmo.
Infelizmente não pude estar presente pois no mesmo horário em que era realizada a audiência eu estava fazendo o cerimonial de inauguração da Sala de Informática da Colônia de Pescadores Z-28, na Serraria.
Mas, as informações que pude levantar foram que aproximadamente 70 pessoas compareceram ao Auditório do Colégio Maria Luiza de Melo, local da audiência.
A grande maioria das pessoas "tocou o pau" no projeto.
O maior revoltado era o vereador Antônio Battisti.
As críticas foram ferrenhas. Algumas pessoas chegam a insinuar que o projeto é uma grande máquina de fazer dinheiro, isso e aquilo outro.
Será que estas pessoas que estão a criticar o projeto já tentaram estacionar seus carros no Kobrasol, Campinas e Barreiros (leia-se Av. Leoberto Leal) em horário comercial??
Nas proximidades da Caixa Econômica, no Kobrasol, o motorista precisa ter sorte de contemplado na Mega Sena para achar uma vaga.
O mesmo acontece próximo ao Centro Comercial JA, na Av. Leoberto Leal, em Barreiros. Neste caso, não apenas a Leoberto Leal fica tomada por carros. As ruas Santo Antônio e Manoel Loureiro, que estão no entorno do Centro Comercial e da Faculdade Estácio de Sá, também ficam totalmente tomadas por carros estacionados.
Então.
Este é o problema.
A Prefeitura de São José apresentou como uma possível solução o projeto Zona Azul.
Não é a melhor solução? Talvez não seja realmente!
Mas, qual seria então?
O vereador Antônio Battisti e os demais críticos que estavam ontem a noite na Audiência Pública apresentaram alguma outra possibilidade para resolver este impasse?
Estou sendo repetitivo, pois falei algo semelhante quando escrevi sobre as obras na SC-401.
Mas estou de saco cheio de gente reclamando por reclamar, criticando por criticar e assim por diante.
Até onde sei, ninguém na Prefeitura quer ser autoritarista a ponto de empurrar algum projeto por guéla abaixo da comunidade.
Só que algo precisa ser feito.
Ou então, a Zona nas vagas de estacionamento, que não hoje está longe de ser Azul, vai continuar nos principais centros comerciais da nossa São José da Terra Firme!
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Bruno César
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Terça-feira, Outubro 27, 2009
Luís Fernando Veríssimo e as dez coisas
Meu amigo Sérgio Murilo me enviou o texto abaixo.
Não poderia deixar de compartilhar com meus amigos deste espaço.
Dez coisas que levei anos para aprender, por Luís Fernando Veríssimo.
1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom ou empregado, não pode ser uma boa pessoa. (Esta é muito importante. Preste atenção, nunca falha);
2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas. (Está cheio de gente querendo te converter!);
3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance. (Na maioria das vezes quem está te olhando também não sabe! Ta valendo!);
4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca. (Deus deu 24 horas em cada dia para cada um cuidar da sua vida e tem gente que insiste em fazer hora-extra!);
5. Não confunda sua carreira com sua vida. (Aprenda a fazer escolhas!);
6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite. (Quem escreveu deve ter conhecimento de causa!);
7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria 'reuniões'. (Onde ninguém se entende...);
8. Há uma linha muito tênue entre 'hobby' e 'doença mental'. (Ouvir música é hobby... No volume máximo às sete da manhã pode ser doença mental!);
9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito (Que bom!);
10. Lembre-se: nem sempre os profissionais são os melhores. Um amador construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic. (É Verdade!);
Uma última, mas não menos sábia:
"Guardar ressentimentos é como tomar veneno e esperar que outra pessoa morra", William Shakespeare
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Bruno César
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O que arde...
Já ouviram aquele ditado:
- O que arde, cura!
Eu ouvi, e muito, quando pequeno. Afinal de contas fui uma criança muito ativa. Skate, bicicross, surfe, futebol, judô. Várias foram as contuzões e os ralados.
Por isso, sei bem que os remédios que mais ajudavam a cicatrizar eram aqueles que ardiam pra burro.
Pois bem, digo isso hoje porque to vendo novamente o "povo entendido" tocar o pau nos governos por estarem fazendo recapeamento asfáltico e manutenções em algumas vias públicas e rodovias estaduais e, em virtude destas manuntenções, o trânsito tem ficado caótico.
Pois bem.
O que queriam que fosse feito?
Acho que o governador LHS e os Prefeitos deveriam contratar o gênio da lâmpada ou uma fada madrinha.
"Hoje vamos fazer o recapeamento aa SC-401... PLIM ... está feito".
Pelo amor de Deus, né?
As coisas não são assim.
Devem estar achando que eu to ganhando jabá de alguém para defender a classe, mas não é nada disso não.
Só acho que é muita corneta.
A obra tem que ser feita. Se faz, criticam. Se não faz, reclamam.
Aí não, né?
Alguém teria outra solução?
Pois que a apresente e não fique apenas criticando por criticar. Se é para ser assim, te muda lá pro Acre ou pro meio da Selva Amazônica, lá não tem trânsito!
Eu tenho uma sugestão:
Aumenta o imposto sobre os veículos!
Aumenta o preço dos veículos, preço do IPVA, preço do Seguro Obrigatório, aumenta o juro para financiamento, aumenta tudo!
Quem sabe assim diminui o número de carros na rua.
Outro dia fiquei sabendo que, na região da Grande Florianópolis, existe um carro para cada dois habitantes.
Assim?
Assim vai malha, chumbada, rufo, fieira... tudo "pá péda"!
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Bruno César
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Quarta-feira, Outubro 21, 2009
Percauso
Um dos grandes amigos que entraram e minha vida recentemente está passando por um momento bastante delicado.
Não vou citar o nome dele, mas certamente ele saberá que estou me referindo a ele.
Só queria registrar que ele pode contar com meu apoio de forma incondicional, pois sei o tamanho da sua capacidade, que só não é maior que uma coisa: o seu coração!
Certo dia, este meu amigo, me disse uma coisa:
- Jamais se mata um dragão sem sair chamuscado.
Meu amigo, este chamuscado de agora, tenha certeza, é passageiro. Será curado sem deixar cicatriz.
Servirá de lição e estímulo para estarmos ainda mais fortalecidos no futuro, este que não é nada distante.
Conte sempre comigo!
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Bruno César
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